Ensaios

O que fica quando a sessão acaba.

Textos longos, quase sempre a partir de um filme. Cinema, fé e a conversa que continua depois.

Ver a filmografia

· Cinema

escrito para quem já viu

Um número limitado de placas

Sobre Coyote vs. ACME, de Dave Green

Coyote vs. ACME, uma comédia sobre um coiote que processa a fabricante das próprias armadilhas. Sobre esperar sem garantia e sem saber se é coragem.

· Vida

Cinco minutos depois

Um dia antes de setembro, escrevi pra um amigo que sumir não faria diferença. Sobre o que faltou receber no lugar de um telefone.

· Vida

A pressa de acreditar

Usei um gráfico famoso sobre excesso de confiança sem checar de onde vinha. Sobre a facilidade de acreditar no que confirma o que a gente já pensa.

· Cinema

escrito para quem já viu

A santa que não fala

Sobre Undertone, de Ian Tuason

Undertone, um terror que roda quase inteiro em áudio. Sobre uma consciência católica sem confessor e uma santa de gesso que não aceita o fundo do armário.

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Perto sem saber

Sobre uma viagem à Nova Zelândia em 2019 e o que fazer com um encantamento que a gente só consegue nomear sete anos depois.

· Cinema

escrito para quem já viu

A ferida como oferta

Sobre Homem-Aranha: Um Novo Dia, de Destin Daniel Cretton

Homem-Aranha: Um Novo Dia e um homem que só existia no trabalho. Sobre a dor aberta como oferta, o gesto que quebra duas solidões.

· Cinema

escrito para quem já viu

O passageiro e a palavra

Sobre Disclosure Day, de Steven Spielberg

Disclosure Day, um filme que promete revelação total e termina numa palavra só. Sobre ver, escutar, e o que a empatia conhece que a informação não alcança.

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Em Defesa de Cristo

E se Lee Strobel tivesse tido acesso à IA generativa de fronteira?

Em Defesa de Cristo, de Lee Strobel, refeito com um modelo de linguagem de fronteira. Sobre as alegações centrais do cristianismo postas à prova.

· Cinema

escrito para quem já viu

A forma geral de uma pessoa

A arquitetura do trauma em Backrooms (2026), de Kane Parsons

Backrooms, um horror inteiramente iluminado. E se o lugar mais assustador não fosse um lugar, mas uma mente?

· Cinema

escrito para quem já viu

O retrato e a pessoa

Sobre Obsessão (Obsession, 2026), de Curry Barker

Obsessão, por fora um terror quase sem falha. Por baixo, um tratado sobre o amor que aprisiona e a idealização que apaga a pessoa real.

As imagens de filmes e de outras obras reproduzidas nos ensaios são utilizadas exclusivamente para fins de crítica e análise, nos termos do art. 46 da Lei 9.610/98, e pertencem aos seus respectivos detentores de direitos, creditados em cada ensaio.